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Quando Éramos Iguais
Memórias da geração que usou Kichute

Vários
Formato: 14x21 cm
Organizador: Gonçalo Junior
Ilustrações: @RL76

Se você foi criança entre a segunda metade da déacada de 1970 e 1980 certamente conhece o calçado que marcou uma geração que sonhava ser Zico ou Rivelino. O Kichute era a chuteira da molecada que jogava bola “na rua”, era uniforme escolar, era sonho de consumo e uniforme dos funcionários de limpeza pública. Tudo ao mesmo tempo. Neste livro uma série de personalidades conta em 52 crônicas como foi sua relação com esse ícone, com emoção, alguns dramas, e claro, muito humor.

 

"O Kichute era uma espécie de rebento pardo, filho de pai tênis com mãe chuteira, um animal negro e híbrido, imponente como uma pantera, que atuava igualmente tanto em jogos em campos ou em quadras."

Leo Nogueira – Compositor e poeta


"Tínhamos o calçado como um símbolo da democracia brasileira em plena ditadura militar. Democracia? Andávamos todos iguais. (...) Lembrar do Kichute é um exercício quase psicanalítico, a lembrança de que o menino é o pai do homem, e que a democracia do chulé será sempre uma ilha de conforto, num país tão desconfortável."

Fábio Altman – Jornalista